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Cidade

25/2/2015 às 03h43

Empresários temem a falta de produtos após protestos da categoria em vários estados

Representantes de setores de combustíveis, construção civil e alimentícios estão atentos quanto as paralisações ocorridas em vários pontos do País

Loja de construção civil estoca sacos de cimentos prevendo possível paralisação dos serviços (Foto: Viviane Santos/JR) Loja de construção civil estoca sacos de cimentos prevendo possível paralisação dos serviços (Foto: Viviane Santos/JR)

O protesto dos caminhoneiros que bloqueiam rodovias em todo País, em decorrência da à alta dos preços dos combustíveis e os valores dos fretes considerados baixos pela categoria, prosseguem em várias regiões com pontos de congestionamentos e lentidão.

A paralisação já afeta inúmeras cidades em vários estados e muitos já estão preocupados com a situação. Em relação aos municípios do interior paulista que também poderão ser afetados não é diferente.

Para o empresário Vagner Delovo, proprietário de um posto de combustíveis em Dracena, nesta semana ainda não deverá haver falta do produto, mas ele acredita que na próxima semana, a greve afetará a cidade. Segundo ele, todos os tanques estão cheios para atender o maior número de consumidores possível. Mesmo com uma possível falta, Delovo disse que não deverá ter reajuste no preço do produto.

O empresário Ednílson Abonízio também do ramo de combustíveis e da construção civil não foi notificado oficialmente pelas distribuidoras, mas também já se prepara para uma possível paralisação dos serviços nos próximos dias. Ele e seus irmãos que estão à frente de um posto de combustíveis e de uma loja de materiais para construção se preparam com um estoque maior de combustíveis e sacos de cimento, temendo que a greve afete a região.

“Não deverá haver falta do álcool, visto que o produto vem direto das usinas para o posto. Entretanto, já não podemos afirmar o mesmo com a gasolina e o diesel que são oriundos de Paulínia e Guararapes”, contou Abonízio.

Além do comércio de combustíveis e de construção, o setor alimentício também deverá sentir os reflexos do protesto dos caminhoneiros.

O gerente de um supermercado local, Olair Mantovanelli, informou ainda não ter sido notificado sobre uma possível falta de descarregamentos de produtos nesta semana.

A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), que é uma das entidades que representam os caminhoneiros no País, divulgou nota dizendo que está “ciente das manifestações e bloqueios em rodovias federais e estaduais pelo País” e que “solicitou uma reunião com os ministérios para tratar das reivindicações, especialmente para tratar do aumento do combustível”.

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