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Segurança

20/11/2013 às 08h10

MST ocupa fazenda de Dracena e outras três na região

Na noite de quinta-feira, 14, um grupo do MST (Movimento dos Sem Terra) ocupou pacificamente a fazenda Oliveira, no bairro Santa Flora, localizado no Distrito de Jaciporã, em Dracena. De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Civil, um grupo de 30 pessoas entrou na propriedade de um fazendeiro de Birigui e montou barracas. Eles não provocaram nenhum dano à fazenda, que é arrendada para uma usina de álcool. No local, existe uma plantação de cana de açúcar.

Consta na polícia que o líder do grupo é o coordenador regional do MST (Movimento dos Sem Terra), Antonio Carlos Massuia. Ele entregou à reportagem na tarde de ontem, 19, nota à imprensa argumentando o ato. Segundo a nota, na região, também foram ocupadas a Fazenda Bom Retiro (Panorama), Santa Maria (Monte Castelo), Nossa Senhora de Lourdes (Flora Rica) e Fazenda Bandeirante (Paulicéia). Houve, ainda, ocupações de fazendas em Andradina e Araçatuba.

Ainda de acordo com a nota, nesse movimento, os sem terra contam com o apoio da Federação dos Empregados Rurais do Estado de São Paulo, Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Rurais do Brasil, Sindicato dos Agricultores Familiares de Dracena, Assis, Marabá Paulista, Mirante do Paranapanema, Presidente Venceslau, Araçatuba e Presidente Bernardes, Sindicato dos trabalhadores na agricultura de Andradina e região e do Sindicato dos Empregados Rurais de Presidente Venceslau e Marabá Paulista.

Nessas ocupações, os sem terra pedem o assentamento imediato das famílias acampadas, desapropriação dos latifúndios improdutivos, agilização do convênio Incra Itesp no Pontal para arrecadar as terras públicas e emissão na posse das áreas já desapropriadas.

O grupo pede, também, o cumprimento do anúncio da presidente Dilma de assinar 100 decretos de desapropriações em 2013. A nota do movimento complementa que o objetivo é chamar a atenção das autoridades federal e estadual com o descaso pela reforma agrária e mostrar que a luta do MST continua viva.

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